domingo, 22 de agosto de 2010

SER PROFESSOR

Se alguém lhe perguntasse qual é a mais nobre das profissões, o que você responderia? Talvez a resposta correta seja: todas. Todas as que são exercidas com nobreza. Todavia, há uma profissão da qual praticamente todas as demais dependem: é a de professor. Esse profissional é o grande Ser professorresponsável pela formação intelectual dos seres que passam pelas salas de aula. E não são poucos. O professor é quase um segundo pai, e a professora, uma segunda mãe, já que têm o poder de influenciar sobremaneira na formação dos caracteres de seus alunos. Por isso, a profissão do educador é uma das mais nobres e também de grande responsabilidade. Se todo professor tivesse consciência da gravidade da ação que exerce sobre seus educandos, certamente a nossa sociedade seria melhor. Não queremos dizer que toda responsabilidade pese sobre o professor, mas grande parte dela, já que os pais são os maiores responsáveis pela conduta moral dos filhos. No entanto, há professores e professores. Há aqueles que não passam de comerciantes da educação. Dão suas aulas como quem se desincumbe de pesado fardo, pensando no valor que recebem no final do mês. Há os indiferentes, que dão aulas de forma maquinal, não se esforçam nem para sair da mesmice, que os alunos já não suportam mais. Há aqueles que são o exemplo vivo da deseducação. Sentam-se na mesa, gritam para serem ouvidos, esmurram a mesa ou o quadro para chamar a atenção dos educandos. Há também os que pensam que crianças são adultos em miniatura. Não usam a criatividade nem para buscar o aperfeiçoamento pessoal e fazem apenas o que seus superiores lhes ditam. Ser professor, no verdadeiro sentido da profissão, é ajudar a formar cidadãos de bem. É conhecer a intimidade do aluno e procurar extrair o que tem de melhor em sua intimidade, ajudando-o a reformular o que tenha que ser repensado. Ser professor é estar sempre em busca do próprio aperfeiçoamento, para melhor servir. É buscar sempre o que tem de melhor, para oferecer aos seus educandos. É jamais se conformar com os desafios, por mais imponentes que sejam. Ser professor é descobrir em cada aluno seu universo de potencialidades e ajudá-lo a desenvolvê-las. Ser professor é muito mais do que passar teorias e conceitos. É edificar pelo próprio exemplo. É romper com os modelos ultrapassados de incutir na cabeça do educando fórmulas prontas. É incentivar a criatividade, permitindo o surgimento de mentes mais preparadas para a construção de um mundo novo, onde não haja lugar para o preconceito, para a hipocrisia, nem para a subjugação dos mais fracos. Ser professor, finalmente, é poder aplicar o amor na sua mais expressiva manifestação de sublimidade. É fazer brilhar no íntimo de cada aluno, a chama sagrada que o criador ali depositou. O nobre professor é abençoado maestro que consegue retirar dessa harpa viva que é o coração da criança, a mais sublime musicalidade. Sabe dedilhar nas cordas mais sutis da alma juvenil, a canção do dever e da justiça. Consegue despertar nas almas que lhe ouvem os sábios conselhos, a mais harmoniosa melodia da esperança, da fé e do amor sem limites.
É BOM REFLETIR SOBRE O ASSUNTO

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Aos educadores

O ilustre escritor brasileiro Augusto Cury enumera em seu livro intitulado Pais brilhantes, professores fascinantes, o que ele considera os sete pecados capitais dos educadores.
O primeiro deles é corrigir o educando publicamente. Um educador jamais deveria expor o defeito de uma pessoa, por pior que ele seja, diante dos outros. Um educador deve valorizar mais a pessoa que erra do que o erro da pessoa.
O segundo é expressar autoridade com agressividade. Os educadores que impõem sua autoridade são aqueles que têm receio das suas próprias fragilidades. Para que se tenha êxito na educação, é preciso considerar que o diálogo é uma ferramenta educacional insubstituível.

O terceiro é ser excessivamente crítico: obstruir a infância da criança. Os fracos condenam, os fortes compreendem, os fracos julgam, os fortes perdoam. Os fracos impõem suas idéias à força, os fortes as expõem com afeto e segurança.
O quarto é punir quando estiver irado e colocar limites sem dar explicações. A maturidade de uma pessoa é revelada pela forma inteligente com que ela corrige alguém. Jamais coloque limites sem dar explicações. Para educar, use primeiro o silêncio e depois as idéias. Elogie o educando antes de corrigi-lo ou criticá-lo. Diga o quanto ele é importante, antes de apontar-lhe o defeito. Ele acolherá melhor suas observações e o amará para sempre.
Quinto: ser impaciente e desistir de educar. É preciso compreender que por trás de cada educando arredio, de cada jovem agressivo, há uma criança que precisa de afeto. Todos querem educar jovens dóceis, mas são os que nos frustram que testam nossa qualidade de educadores. São os filhos complicados que testam à grandeza do nosso amor.
O sexto, é não cumprir com a palavra. As relações sociais são um contrato assinado no palco da vida. Não o quebre. Não dissimule suas reações. Seja honesto com os educandos. Cumpra o que prometer. A confiança é um edifício difícil de ser construído, fácil de ser demolido e muito difícil de ser reconstruído.
Sétimo: destruir a esperança e os sonhos. A maior falha que os educadores podem cometer é destruir a esperança e os sonhos dos jovens. Sem esperança não há estradas, sem sonhos não há motivação para caminhar. O mundo pode desabar sobre uma pessoa, ela pode ter perdido tudo na vida, mas, se tem esperança e sonhos, ela tem brilho nos olhos e alegria na alma.
Você que é pai, professor ou responsável pela educação de alguém, considere que há um mundo a ser descoberto dentro de cada criança e de cada jovem. Só não consegue descobri-lo quem está encarcerado dentro do seu próprio mundo. Lembre-se que a educação é a única ferramenta capaz de transformar o mundo para melhor, e que essa ferramenta está nas suas mãos. Do seu uso adequado depende o presente e dependerá o futuro. O jovem é o presente e a criança é a esperança do porvir. Pense nisso e faça valer a pena o seu título de educador.
Eduque. Construa um mundo melhor. Plante no solo dos corações infanto-juvenis as flores da esperança.

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

http://solmatter70.blogspot.com/

blog do ano 2009
A tecnologia e a aprendizagem dos estudantes.

A utilização das tecnologias nos últimos anos vem contribuindo bastante para o processo de ensino e aprendizagem, proporcionando grandes contribuições à educação. Segundo Ladislau Dowbor as tecnologias são importantes, mas apenas se souberem utilizá-los.E saber utilizá-las não é apenas um problema técnico. É exatamente isso que está acontecendo nas escolas, elas dispõem dessas tecnologias,mas a sua utilização geralmente não está englobando todas as vantagens que poderia proporcinar se utilizadas de forma mais adequada.
A aprendizagem dos professores, gestores e alunos para o uso das tecnologias geralmente se baseia em conhecimentos empíricos, não tendo participado de cursos de formação para o manuseio e melhor utilização dessas ferramentas. Os professores e gestores devem ter consciência que o uso das tecnologias permite transformar o ensino e melhorar a aprendizagem do aluno, sujeito na produção, gestão e uso das tecnologias.A escola precisa articular o processo de ensino -aprendizagem através da seleção de conteúdos, do acesso à metodologias para que se torne mais organizadora de conhecimento e articuladora dos vários espaços do saber.
Portanto, é necessário maior interação e integração aos elementos tecnológicos utilizados na escola para intermediar e melhorar a aprendizagem dos alunos, que devem ser os mais beneficiados com o uso das novas tecnologias.

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

O uso das tecnologias no ambito escolar devem colocar o aluno como centro do processo, dando-lhe papel ativo, permitindo-lhe construir o conhecimento, trazendo-lhes atividades que os questionem, procurar formar sua capacidade de raciocínio, sua criatividade e motivando-o a ser um agente de construção de novas realidades modernas, desenvolvendo tecnologicamente, mas tendo sempre o ser humano como valor fundamental e nessa caminhada o papel do professor é primordial no processo educacional, a ele caberá ser o facilitador desta nova construção do conhecimento.